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Tecnologia · Meta · MPF · moderação de conteúdo

MPF recomenda à Meta transparência em bloqueios e dá 48 horas para resposta

Procuradoria cobra revisão humana e restabelecimento de conteúdos após 206 mil bloqueios no 1º turno, e a empresa tem 48 horas para responder.

Documento oficial Fato de 21/10

Noticiado por: Poder360

Fato e Fonte prova no documento original: MPF ver as checagens Mandar no WhatsApp
Redação newsbr360 · Coleta, checagem e redação com inteligência artificial
Logotipo da empresa Meta
Foto de arquivo: Logotipo da Meta. Foto: LPS.1 / CC0, via Wikimedia Commons

O Ministério Público Federal, por meio da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), recomendou à Meta, nesta quarta-feira (21), a adoção de medidas urgentes de transparência e de proteção à liberdade de expressão nas redes Facebook, Instagram, Threads e WhatsApp durante o período eleitoral. A recomendação foi expedida em procedimento aberto após representação das organizações Artigo 19, Conectas, Sleeping Giants e CTRL+Z, que relataram sanções em massa entre setembro e outubro, como remoção de postagens, suspensão de perfis e restrição de alcance.

Segundo o órgão, a empresa informou ter bloqueado automaticamente 206.910 conteúdos entre 1º e 5 de outubro, no primeiro turno, com base em critérios de silêncio eleitoral e na identificação de inteligência artificial. Para o MPF, porém, as respostas foram genéricas e insuficientes. Parte dos bloqueios foi aplicada sem justificativa individualizada ou com enquadramento indevido em categorias graves, como terrorismo e exploração sexual infantil.

Entre as medidas pedidas estão a suspensão, em cinco dias, de remoções e bloqueios sem fundamento específico, e a revisão humana de postagens com termos como "manifestação", "convocação" e "ato público". A PFDC também pede o restabelecimento imediato de conteúdos quando houver erro, a comunicação individual aos usuários afetados, um canal gratuito de contestação com análise humana e uma auditoria independente sobre os algoritmos de moderação.

A empresa tem 48 horas para informar se acatará as recomendações e 30 dias para apresentar relatório conclusivo. Além da recomendação, o MPF apresentou à Justiça Federal de Porto Alegre (RS) uma ação civil pública para barrar bloqueios e restrições arbitrárias. O pedido prevê multa diária de R$ 500 mil por conta em caso de descumprimento. Para a PFDC, o direito de participação política nas redes não se limita à propaganda eleitoral, pois abrange o livre debate de ideias e a organização de manifestações lícitas e pacíficas.

📄 A prova

Documento oficial: MPF · MPF

A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), órgão do Ministério Público Federal (MPF), recomendou à plataforma Meta, nesta quarta-feira (21), a adoção de medidas urgentes de transparência e proteção à liberdade de expressão nas redes Facebook, Instagram, Threads e WhatsApp durante o período eleitoral.

O que conferimos: A nota oficial do MPF/PGR confirma a recomendação da PFDC à Meta na quarta-feira (21), com prazo de 48 horas para resposta e a ação civil pública em Porto Alegre.

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Fontes

Como esta matéria foi feita: a inteligência artificial coletou a notícia, buscou o documento original e conferiu os fatos nele (veja A prova), e escreveu o texto com as nossas palavras, seguindo a linha editorial do newsbr360. Saiba como fazemos · Encontrou um erro?

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