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Política · Senado · prioridades legislativas · orçamento

Líder do governo prevê votar prioridades até 17 de dezembro

Em reunião com a oposição no Senado, Teresa Leitão afirma que há consenso sobre o Orçamento, mas que o calendário está apertado.

Fala registrada Fato de 03/11

Noticiado por: Agência Senado

Fato e Fonte prova no documento original: Senado Federal ver as checagens Mandar no WhatsApp
Redação newsbr360 · Coleta, checagem e redação com inteligência artificial
Retrato de Teresa Leitão
Foto de arquivo: Teresa Leitão. Foto: Agência Senado / CC BY 4.0, via Wikimedia Commons

Em encontro no Senado nesta terça-feira (3), convocado por Davi Alcolumbre, representantes do governo e da oposição debateram quais temas devem ter prioridade até o fim do ano. A líder do governo, senadora Teresa Leitão (PT-PE), afirmou que há acordo sobre a agenda ligada ao Orçamento e que a meta é encerrar a votação dos textos prioritários em 17 de dezembro. “Vamos aproveitar ao máximo as semanas que nos restam”, declarou ela ao deixar a reunião.

Segundo Teresa, a oposição considerou mais urgentes algumas propostas do Executivo: a PEC da Segurança Pública (PEC 18/2025), a MP que acaba com as bets (MP 1.394/2026), a regulamentação da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), a PEC da Tarifa Zero nos fins de semana (PEC 18/2026) e um conjunto de indicações de autoridades.

A líder disse que o governo não vai se posicionar sobre matérias de autoria do Congresso. Ela admitiu que a população cobra mudanças em diversos pontos da legislação eleitoral e citou o voto distrital e o fim da reeleição como assuntos em debate. Questionada se haverá tempo para votar essas alterações na Câmara e no Senado até o fim do ano, reconheceu que o prazo é curto.

Para o senador Carlos Portinho (PL-RJ), o governo precisa deixar mais claras suas prioridades. Ele admitiu que a agenda orçamentária é prioritária, mas classificou como “eleitoreiras” medidas como a PEC da Tarifa Zero e a MP das bets. Disse também recear que o STF “legisle” sobre as bets. Sobre a PEC da Segurança, prevista para ser votada no Plenário nesta terça, afirmou que a redução da maioridade penal tem apoio amplo, apesar de o governo ter indicado preferência por discutir o tema em outra proposta. Segundo ele, a oposição manterá o destaque para tentar baixar a maioridade para 14 anos.

O senador Marcelo Castro (MDB-PI) reconheceu que resta pouco tempo até dezembro para analisar tantas matérias e defendeu que as leis orçamentárias sejam tratadas como prioridade. Quanto à PEC da Segurança, quer que o texto seja votado como chegou da Câmara. Ele é favorável à redução da maioridade penal, mas avaliou que incluí-la na PEC não é o melhor caminho. “Vamos votar a PEC sem essa redução e, posteriormente, votaremos uma PEC da redução da maioridade penal”, propôs. (Agência Senado)

📄 A prova

Documento oficial: Senado Federal · Senado Federal

Ela informou que a ideia é concluir a votação dos textos prioritários até 17 de dezembro.

O que conferimos: A nota oficial da Agência Senado registra a fala da senadora Teresa Leitão sobre a meta de conclusão da votação até 17 de dezembro.

Abrir o documento original →
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Fontes

Como esta matéria foi feita: a inteligência artificial coletou a notícia, buscou o documento original e conferiu os fatos nele (veja A prova), e escreveu o texto com as nossas palavras, seguindo a linha editorial do newsbr360. Saiba como fazemos · Encontrou um erro?

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