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Política · Senado · Trabalho · Escala 6x1

PEC do fim da escala 6x1 cumpre 3 de 5 sessões no Senado, e oposição quer votar só depois do 2º turno

O texto reduz a jornada máxima semanal e garante 2 dias de folga sem corte de salário. O governo recolhe assinaturas para acelerar a votação; a oposição pede para esperar a eleição.

Fato e Fonte prova no documento original: Senado Federal (dados abertos) ver as checagens

Conferido no documento: o g1 publicou a senadora Tereza Cristina como PP-MT (ver a matéria deles, 07/10/2026 15h14). O cadastro oficial do Senado registra PP-MS, o estado usado nesta matéria.

Ver o print do trecho, guardado em 09/10 às 14h19 Print do trecho publicado por g1, com o erro destacado em amarelo
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Redação newsbr360 · Coleta, checagem e redação com inteligência artificial
Vista do alto do plenário do Senado, com bancadas azuis e senadores em pé
Plenário do Senado Federal (imagem de arquivo, 2016). Foto: Senado Federal / CC BY 2.0, via Wikimedia Commons

O Senado encerrou na quinta-feira (8) a terceira de cinco sessões de discussão da Proposta de Emenda à Constituição 221/2019, a PEC do fim da escala 6x1. Pelo regimento, a votação em 1º turno só pode acontecer depois da quinta sessão. Depois disso, são mais três sessões até o 2º turno.

A proposta veio da Câmara. Pela ementa oficial, ela altera o artigo 7º da Constituição "para reduzir a duração máxima semanal do trabalho e prever 2 (dois) dias de repouso semanal remunerado, sem qualquer redução salarial". Segundo o Poder360, a jornada cai de 44 para 40 horas semanais, com um dos dias de folga preferencialmente no domingo.

Como chegou até aqui

A Comissão de Constituição e Justiça aprovou o texto em 2 de setembro. O relator, Omar Aziz, manteve a redação que veio da Câmara e rejeitou todas as 36 emendas apresentadas pelos senadores. As sessões de discussão no plenário começaram nesta semana: dias 6, 7 e 8 de outubro.

A briga pelo calendário

A oposição quer adiar a votação para depois do 2º turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro. "Não faz bem ao país votar um assunto dessa gravidade, dessa importância e com essa repercussão da maneira que está sendo votado", disse o coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, senador Rogério Marinho (PL-RN), segundo o g1.

A senadora Tereza Cristina (PP-MS) foi escolhida para levar o pedido ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). "A jornada eu acho que está praticamente pacificada. Agora, a escala é um problema, porque nós temos segmentos da economia muito diferentes", disse ela ao Poder360.

Do outro lado, a líder do governo, Teresa Leitão (PT-PE), começou a recolher assinaturas para um calendário especial, que permite votar os dois turnos na mesma semana. São necessárias 27. Alcolumbre tem dito que vai seguir o regimento.

Flávio Bolsonaro defende uma proposta alternativa, que permite reduzir a jornada com redução proporcional do salário.

📄 A prova

Tramitação oficial da PEC 221/2019 no Senado Federal · Senado Federal (dados abertos)

Terceira sessão de discussão em 1º turno encerrada. A matéria retornará à pauta para continuidade da discussão.

O que conferimos: Lemos a tramitação pelos dados abertos do Senado em 09/10/2026: 1ª sessão em 06/10, 2ª em 07/10 e 3ª em 08/10. Situação atual: pronta para deliberação do plenário. A ementa oficial e o parecer da CCJ também estão no registro.

Abrir o documento original →

Análise newsbr360

Opinião do site, separada do relato dos fatos acima. Escrita com apoio de inteligência artificial, seguindo a linha editorial do newsbr360.

Mudar a Constituição não deveria ter calendário eleitoral, nem para acelerar, nem para segurar. Votar uma PEC desse tamanho na semana do 2º turno transforma uma regra que vai valer por décadas em peça de campanha.

O mérito também merece mais do que pressa. Uma jornada menor é um desejo legítimo de quem trabalha, mas quem paga a conta são os setores que funcionam todos os dias: comércio, saúde, transporte, agro. Se nem a relatoria aceitou uma única emenda, o Senado está abrindo mão do papel de Casa revisora. O caminho responsável é discutir as exceções por setor antes de gravar a regra na Constituição.

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Fontes

Como esta matéria foi feita: só publicamos notícia com prova da fonte. A inteligência artificial coletou a notícia, buscou o documento original e conferiu os fatos nele (veja A prova), e escreveu o texto com as nossas palavras, seguindo a linha editorial do newsbr360. Saiba como fazemos · Encontrou um erro?

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