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Negócios · desemprego · PNAD Contínua · IBGE

Desemprego cai a 5,2% no 3º trimestre, menor taxa para o período desde 2012

Ocupação chega a recorde de 103,6 milhões de pessoas, e construção puxa a alta, segundo o IBGE

Documento oficial Fato de 30/10

Noticiado por: Agência Brasil · Agência Gov · g1 · Veja

Fato e Fonte prova no documento original: Governo Federal (Agência Gov) ver as checagens Mandar no WhatsApp
Redação newsbr360 · Coleta, checagem e redação com inteligência artificial
Trabalhadores de construção civil
Imagem ilustrativa: trabalhadores da construção civil. Foto: Guilherme Cunha guiccunha / CC0, via Wikimedia Commons

A taxa de desocupação no Brasil caiu para 5,2% no terceiro trimestre de 2026, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (30) pelo IBGE. É o menor resultado para um terceiro trimestre desde o início da série, em 2012. No trimestre anterior, a taxa estava em 5,4%, e no mesmo período de 2025, em 5,6%.

Com isso, o país tinha 5,6 milhões de desocupados, uma redução de 4% (234 mil pessoas) em relação ao segundo trimestre, e queda de 6,9% (417 mil pessoas) na comparação anual. A população ocupada chegou a 103,6 milhões, a maior da série, com alta de 0,6% no trimestre (581 mil pessoas) e de 1,2% no ano.

A construção foi o setor que mais contribuiu para o avanço: cresceu 2,8% no trimestre, com 210 mil pessoas a mais. O número de empregadores chegou a 4,5 milhões, recorde, e o setor público somou 13,2 milhões de empregados, também recorde, mas estável no trimestre. Já o emprego com carteira no setor privado ficou em 39,4 milhões, sem variação significativa.

O ritmo de contratações foi mais contido que o usual para o período, que costuma marcar o início do aquecimento do mercado com as festas de fim de ano. Segundo o analista William Kratochwill, do IBGE, a expectativa em torno das eleições pode ter levado alguns empregadores a esperar mais. "Essas estabilidades podem indicar que o mercado de trabalho aguardava as possíveis mudanças do pleito eleitoral. Logo, seu rumo será mais bem percebido nas próximas divulgações", disse.

A taxa de informalidade ficou em 37,5% da população ocupada, praticamente estável. O rendimento real habitual médio foi de R$ 3.790, estável no trimestre e 3,6% maior no ano. A massa de rendimentos atingiu R$ 387,5 bilhões, a maior da série.

A taxa de subutilização ficou em 13%. O número de desalentados subiu 7,5% no trimestre, para 2,5 milhões de pessoas, mas segue 6,8% abaixo de um ano antes. A próxima divulgação, referente ao trimestre encerrado em outubro, está marcada para 27 de novembro.

📄 A prova

Documento oficial: Governo Federal (Agência Gov) · Governo Federal (Agência Gov)

A taxa de desocupação para o terceiro trimestre caiu para 5,2%, a menor já registrada para esse período desde 2012.

O que conferimos: O documento do IBGE, reproduzido pela Agência Gov, confirma a taxa de 5,2% no terceiro trimestre, a menor para o período desde 2012, com 5,4% no segundo trimestre e 5,6% no mesmo período de 2025.

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Fontes

Como esta matéria foi feita: a inteligência artificial coletou a notícia, buscou o documento original e conferiu os fatos nele (veja A prova), e escreveu o texto com as nossas palavras, seguindo a linha editorial do newsbr360. Saiba como fazemos · Encontrou um erro?

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