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Negócios · trabalho infantil · IBGE · Bolsa Família

Trabalho infantil cai 9,2% em 2025 e chega a 1,499 milhão, menor da série

Pnad do IBGE aponta 1,499 milhão de crianças e adolescentes nessa situação, o menor patamar da série histórica.

Documento oficial Fato de 16/10

Noticiado por: Agência Brasil · Agência Gov · Poder360

Fato e Fonte prova no documento original: Governo Federal (Agência Gov) ver as checagens Mandar no WhatsApp
Redação newsbr360 · Coleta, checagem e redação com inteligência artificial
Criança trabalhando na rua
Imagem ilustrativa: trabalho infantil no Brasil. Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil / CC BY 2.5 br, via Wikimedia Commons

O número de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil caiu 9,2% em 2025 em relação ao ano anterior, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira (16). Ao todo, o país tinha 1,499 milhão de pessoas nessa condição, o equivalente a 4,0% da população dessa faixa etária, o menor percentual da série histórica.

Desse total, 1,141 milhão realizava atividades econômicas e 358 mil trabalhavam apenas na produção para o próprio consumo. Pelo critério do IBGE, até os 13 anos qualquer atividade econômica remunerada ou de autoconsumo já é trabalho infantil; entre 14 e 17 anos, é considerada trabalho infantil qualquer ocupação não permitida pela legislação. Em 2024, eram 1,65 milhão, e em 2016 o número chegava a 2,1 milhões, uma queda de 28,6% no período.

Entre as piores formas de trabalho infantil, que incluem situações criminosas como escravidão, exploração sexual e tráfico de drogas, havia 525 mil pessoas em 2025, a menor estimativa da série. Por faixa etária, a prevalência cresce com a idade: entre 16 e 17 anos, chegava a 14,5%.

Os beneficiários do Bolsa Família tiveram redução mais acentuada. Entre as crianças e adolescentes de domicílios que recebiam o programa, o índice foi de 4,4% em 2025, ante 7,3% em 2016; na população total, passou de 5,2% para 4,0% no mesmo período. A renda média per capita desses domicílios era de R$ 660, contra R$ 1.990 nos domicílios não beneficiados.

Ao comentar os resultados, o pesquisador do IBGE Gustavo Fontes citou políticas públicas, inclusive do Ministério Público do Trabalho, e afirmou que “o próprio Bolsa Família pode ter contribuído, ao garantir uma renda mínima para essas famílias, para essa queda”. Ele também mencionou o mercado de trabalho aquecido, com taxa de desocupação em mínimos históricos, e o aumento da renda domiciliar per capita em 2025.

📄 A prova

Documento oficial: Governo Federal (Agência Gov) · Governo Federal (Agência Gov)

reduzindo-se esse contingente para 1,499 milhão, o menor valor da série histórica.

O que conferimos: O documento confirma a retração de 9,2% em relação ao ano anterior e a marca de 1,499 milhão de pessoas em 2025, o menor valor da série.

Abrir o documento original →
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Fontes

Como esta matéria foi feita: a inteligência artificial coletou a notícia, buscou o documento original e conferiu os fatos nele (veja A prova), e escreveu o texto com as nossas palavras, seguindo a linha editorial do newsbr360. Saiba como fazemos · Encontrou um erro?

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