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Brasil · violência escolar · Lei da Escuta Protegida · PL 2359/26

Comissão da Câmara aprova regras para manter vítimas de violência na escola

Texto prioriza manter o aluno na própria escola e exige avaliação individual para transferências; próxima etapa é a CCJ.

Documento oficial Fato de 29/10

Noticiado por: Agência Câmara

Fato e Fonte prova no documento original: Câmara dos Deputados ver as checagens Mandar no WhatsApp
Redação newsbr360 · Coleta, checagem e redação com inteligência artificial
Alunos em sala de aula de escola brasileira
Imagem ilustrativa: Sala de aula em escola pública. Foto: Desconhecido (Gallery Administrator) / Public domain, via Wikimedia Commons

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou um substitutivo ao Projeto de Lei 2359/26, que altera a Lei da Escuta Protegida para garantir a continuidade dos estudos de crianças e adolescentes vítimas de violência na escola ou em razão dela. A relatora, deputada Socorro Neri (PP-AC), elaborou a nova redação para o texto do deputado licenciado Romero Rodrigues (PB).

Pelo texto aprovado, as redes de ensino devem adotar providências urgentes voltadas ao melhor interesse do estudante. A prioridade é preservar o vínculo do aluno com a própria escola, com reforço de sua segurança. Quando necessário, poderá haver mudança de turma ou de turno e, por último, transferência para outra escola. Nesses casos, a vaga e a matrícula imediata na escola de destino são garantidas. A falta temporária de documentos não impede a frequência às aulas, e o aluno mantém o aproveitamento das atividades já realizadas no ano letivo.

O projeto também prevê acompanhamento pedagógico individualizado, com flexibilização de prazos de avaliações e recomposição de aprendizagem, além de sigilo rigoroso sobre os dados do estudante e as circunstâncias da violência.

Em relação ao texto original, que tratava as opções de turma, turno ou escola como alternativas equivalentes, o substitutivo cria um capítulo chamado "Da Educação" e estabelece uma ordem de preferência. A transferência passa a exigir avaliação individualizada, para não ocorrer de forma automática. "A transferência automática e não fundamentada pode configurar, em si, uma forma de violência institucional", afirmou a relatora.

Socorro Neri também destacou a necessidade de evitar a evasão escolar. "Crianças e adolescentes que vivenciam situações de violência na escola frequentemente se veem diante de uma escolha cruel", afirmou.

O projeto tramita em caráter conclusivo e segue para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Se for aprovado ali, poderá seguir diretamente ao Senado Federal, sem passar pelo Plenário da Câmara.

📄 A prova

Documento oficial: Câmara dos Deputados · Câmara dos Deputados

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei com medidas para proteger o percurso escolar de crianças e adolescentes vítimas de violência no ambiente de ensino ou em razão dele.

O que conferimos: Confirma a aprovação, pela Comissão de Educação, do substitutivo ao PL 2359/26, com prioridade à manutenção do aluno na própria escola.

Abrir o documento original →
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Fontes

Como esta matéria foi feita: a inteligência artificial coletou a notícia, buscou o documento original e conferiu os fatos nele (veja A prova), e escreveu o texto com as nossas palavras, seguindo a linha editorial do newsbr360. Saiba como fazemos · Encontrou um erro?

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